Você vai andar por cidades do Butão sem semáforos, tomar chá com famílias locais no Vale Phobjikha, subir até o Mosteiro do Ninho do Tigre em Paro e passear por arrozais perto do Dzong de Punakha. Este tour de 7 dias pelo Butão traz momentos reais — o calor das cozinhas locais e o ar puro das montanhas que ficam na memória.
A primeira coisa que me chamou atenção em Paro não foram as montanhas nem os templos — foi o silêncio no ar, mesmo com o barulho da nossa van. Nosso motorista Kinley sorriu quando paramos na junção dos rios perto de Thimphu; ele apontou onde quatro estradas se cruzam, mas eu estava mais focado em esticar as pernas e observar crianças jogando pedrinhas na água. Thimphu me surpreendeu — sem semáforos, só um policial de luvas brancas que guiava o trânsito como um maestro. Passeamos por lojinhas e experimentei queijo de iaque pela primeira vez (meio borrachudo, salgado, diferente do que eu esperava). O dzong de Thimphu é enorme — quase intimidador — mas tem uma calma que me convidava a sentar e observar as pessoas passando.
No terceiro dia, pegamos estradas sinuosas e janelas embaçadas rumo ao Vale Phobjikha. Perto do passo Dochula, paramos para um chá — minhas mãos abraçavam a xícara só para esquentar — e admiramos fileiras de chortens contra picos cobertos de neve. Estava mais frio do que eu imaginava. Em Phobjikha, Karma, o grou, mancou até nós no centro de visitantes (ele tem uma asa quebrada, mas parecia feliz). À tarde, nosso guia Sonam nos levou a uma fazenda onde sua tia nos serviu chá de manteiga e arroz com ezay picante. Tentei agradecer em Dzongkha; todo mundo riu, mas de um jeito bom. Tem algo especial em comer com estranhos que te tratam como família, que fica na memória.
Punakha parecia diferente — mais quente, talvez pelo sol finalmente aparecer ou por caminharmos entre arrozais verdes até o Chimi Lhakhang (templo da fertilidade). Vimos mulheres amarrando bandeiras de oração enquanto monges riam perto dali. O Palácio da Grande Felicidade realmente faz jus ao nome — não de um jeito turístico, mas as pessoas pareciam mais leves ali. No nosso último dia completo, encaramos a trilha até o Mosteiro do Ninho do Tigre. A caminhada é puxada (não vou mentir; minhas pernas reclamaram), mas chegar naquele mosteiro pendurado na montanha com bandeiras de oração balançando no vento gelado? Valeu cada passo. No topo, meu guia me ofereceu um termozinho de chá doce — até hoje lembro daquela vista quando a vida fica barulhenta em casa.
São cerca de 1h30 de carro entre Paro e Thimphu.
Sim, a trilha até o Mosteiro do Ninho do Tigre faz parte do roteiro no último dia completo em Paro.
Uma visita a uma fazenda com refeição típica pode ser organizada durante sua estadia no Vale Phobjikha.
Você ficará em hotéis bem avaliados, em quartos duplos ou triplos durante todo o tour.
Sim — todas as taxas para museus, parques, templos e o visto estão incluídas.
Sim, o traslado está incluso ao chegar em Paro para o seu tour no Butão.
A caminhada pode levar cerca de 2 horas para quem está em forma, mas a maioria dos visitantes leva quase o dia todo — é íngreme, mas dá para fazer com pausas.
Você pode vestir trajes típicos do Butão e tentar arco e flecha durante sua estadia em Paro — seu guia pode organizar isso.
Seu roteiro no Butão inclui taxas de visto, todos os ingressos para os pontos do itinerário, taxas de desenvolvimento sustentável e impostos, água mineral durante o dia, hospedagem confortável em hotéis (quartos duplos ou triplos), além de opções para refeições em fazendas com famílias locais e até vestir roupas tradicionais e praticar arco e flecha em Paro. O traslado do hotel está garantido na chegada para você não se preocupar com transporte desde o primeiro dia.
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