Você será buscado no centro e vai entrar em um grupo pequeno para um passeio tranquilo pelos bairros de Montreal com um guia local que conta histórias de verdade. Curta vistas incríveis do Mount Royal, entre silenciosamente na Basílica Notre-Dame e termine com um cruzeiro pelo Rio São Lourenço ou um passeio na La Grande Roue, dependendo da época. Parece mais um passeio com um amigo do que um tour comum.
“Se olhar para a esquerda, vai ver o Oratório — minha avó costumava me trazer aqui para rezar,” contou nosso guia Jean enquanto subíamos por Westmount. Ele tinha um jeito de misturar memórias de família com fatos sobre Montreal, fazendo o passeio parecer menos um tour e mais um rolê com um amigo. O ar estava fresco, as janelas abertas só o suficiente para sentir o cheiro da primavera chegando — aquela mistura de terra molhada e fumaça de lenha ao longe. Eu não esperava me interessar tanto por igrejas, mas o Oratório de São José é enorme de perto, quase silencioso.
Passamos pelo Cemitério Notre-Dame-des-Neiges — fileiras de lápides sob árvores antigas — e de repente já estávamos no centro: prédios de vidro, estudantes correndo perto da McGill, flashes dos portões vermelhos do Chinatown. Jean apontou onde Leonard Cohen morou (eu jamais teria reparado), e depois paramos no mirante do Mount Royal. A cidade se estende até onde a vista alcança — o rio brilhando de um lado, montanhas baixas sumindo no horizonte do outro. Sempre lembro dessa vista quando escuto rádio francês hoje em dia.
Por dentro, a Basílica Notre-Dame foi diferente do que eu imaginava — não só vitrais bonitos, mas um silêncio que fazia todo mundo sussurrar sem querer. Acontecia um ensaio de casamento; o órgão ecoava pelas paredes azul e dourada enquanto alguém ria baixinho nos bancos do fundo. Depois caminhamos pelas ruas de paralelepípedo do Velho Montreal (quase torci o tornozelo, mas consegui me segurar) antes de seguir para o Porto Antigo e embarcar no cruzeiro pelo Rio São Lourenço. O passeio de barco foi tranquilo do jeito que eu queria: gaivotas voando, a brisa fresca do rio, Jean contando histórias sobre quebra-gelos e os velhos tempos das embarcações enquanto passávamos pela linha do horizonte.
Se você vier fora da temporada de cruzeiros, eles trocam pelo passeio na La Grande Roue — que, sinceramente, também parecia divertido (uma roda-gigante gigante sobre o rio). De qualquer forma, o transfer do hotel facilitou tudo; nada de correr atrás de táxi ou mapa. No fim, senti que realmente conheci Montreal, não só risquei pontos turísticos. Nem tudo saiu perfeito — pronunciei “Oratoire” tão errado que o Jean riu por um minuto inteiro — mas foi isso que ficou na minha memória.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel está incluído para qualquer lugar no centro de Montreal.
Na baixa temporada (outubro a abril), o ingresso para a roda-gigante La Grande Roue substitui o cruzeiro no rio.
Sim, a entrada na Basílica Notre-Dame está incluída, exceto aos domingos, quando o acesso pode ser restrito por conta dos cultos.
O cruzeiro dura cerca de 90 minutos durante a temporada (março a outubro).
O tour é em grupo pequeno, com no máximo 6 pessoas por grupo.
Há caminhadas em pontos como o mirante do Mount Royal e o Velho Montreal; pode ser reduzido para quem tem limitações de saúde.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos.
O cruzeiro opera de quinta a domingo, de março a outubro; fora desse período, é substituído pela La Grande Roue.
Seu dia inclui transfer de ida e volta do hotel no centro, todas as entradas para a Basílica Notre-Dame e o cruzeiro AML no Rio São Lourenço (na temporada) ou ingresso para a La Grande Roue nos meses mais frios — assim você não precisa se preocupar com ingressos ou planejamento extra.
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