Você vai rodar por New Orleans com um músico de jazz local, passando por murais, bairros históricos e cantinhos de música ao vivo — com parada para beignets fresquinhos e café no meio do caminho. Espere histórias sinceras, fotos feitas durante o passeio e momentos em que vai parecer que está vendo a cidade pelos olhos de um amigo.
Não esperava que nosso guia — o Derrick — começasse a cantarolar Louis Armstrong assim que saímos da calçada. Parecia que a cidade saía dele naturalmente. Mal chegamos na borda do French Quarter e ele já apontava um mural que eu nunca tinha reparado nas outras duas vezes que estive aqui. A forma como ele descreveu as cores — “como se alguém tivesse derramado o Mardi Gras inteiro” — me fez rir. Ele tirou uma foto nossa na frente do mural, e até meu olhar meio apertado ficou menos estranho do que de costume.
Passando pelo Treme, Derrick diminuiu o ritmo para a gente ouvir um saxofonista de rua se aquecendo na varanda. Estava úmido, mas não daquele jeito pegajoso — era como se o ar ficasse ali, carregando um leve cheiro de açúcar de confeiteiro vindo de algum lugar perto. Paramos para comer beignets no Café du Monde, dentro do City Park. Confesso que me empolguei e fiquei todo cheio de açúcar (a camisa até hoje está tentando se recuperar), mas juro que eles têm um gosto ainda melhor quando você está sentado ao ar livre, tomando café, com o som das cigarras ao fundo.
O Garden District estava mais tranquilo do que eu esperava — aquelas casas antigas com varandas de ferro e carvalhos gigantes inclinados sobre as calçadas rachadas. Derrick contou sobre os danos causados pelo furacão Katrina perto da Musicians’ Village, mas de um jeito leve, honesto e até pessoal. Ele acenou para um vizinho que gritou algo sobre “aquele garoto da banda de novo”. Foi aí que percebi como essa cidade enorme pode parecer pequena quando você está com alguém que conhece cada cantinho. O passeio foi rápido, mas sem pressa; deu para perguntar sobre a história do jazz ou simplesmente admirar as mansões de Uptown enquanto Derrick tocava uma gravação do último show dele. Essa parte me surpreendeu — até hoje às vezes me pego lembrando daquela melodia quando a casa fica muito silenciosa.
O passeio dura cerca de quatro horas no total.
A experiência inclui transporte em veículo do tour; confirme com seu guia os detalhes da busca.
Café e beignets estão incluídos na metade do tour.
O roteiro passa pelo French Quarter, Treme, Garden District, City Park/Café du Monde, Cemitério St. Louis #3, Musicians’ Village/áreas afetadas pelo Katrina e mansões de Uptown/Tulane University.
Sim, você pode conversar com seu guia para ajustar o tour ao que preferir, seja comida, arquitetura, história do jazz ou murais.
Sim, o transporte e todas as áreas visitadas são acessíveis para cadeiras de rodas.
O guia vai tirar fotos ao longo do passeio; você receberá mais de 10 cópias digitais em alta definição depois.
Sim; bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos ou cadeirinhas especiais para infants.
Seu meio dia inclui transporte pelos bairros mais famosos de New Orleans em veículo privado, com paradas para fotos nos murais coloridos (você recebe as fotos digitais depois), além de café e beignets fresquinhos no City Park — tudo guiado por um músico de jazz local que compartilha histórias em cada trecho do caminho.
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