Seu dia começa com a busca no hotel por um motorista que fala inglês, seguido da visita às piscinas sagradas do Templo Tirta Empul, exploração das casas tradicionais em Batuan, caminhada pelos terraços de arroz de Tegalalang (com tempo para almoço) e finaliza na Cachoeira Tegenungan. Prepare-se para momentos reais: risadas com locais, cheiro de terra molhada, talvez pés sujos de lama — e muitas histórias para contar.
Ainda lembro do momento em que saímos do carro perto do Templo Tirta Empul — o ar trazia um leve cheiro de incenso e pedra molhada, e dava para ouvir o murmúrio das famílias balinesas se preparando para o banho sagrado. Nosso motorista, Wayan, sorriu para nós, entregou um sarongue (“obrigatório”, disse piscando) e nos guiou pelos portões do templo. Eu já tinha lido sobre o ritual de purificação, mas ver de perto — pessoas discretamente molhando o rosto, algumas rindo nervosas — foi muito mais emocionante do que eu esperava. Eu não entrei (não tive coragem de encarar a água fria às 9 da manhã), mas só ficar ali observando já foi tocante.
Depois seguimos pelas estradas secundárias de Gianyar até a vila de Batuan. As casas parecem quase parte da floresta — portas de madeira esculpida, telhados de palha, galinhas correndo por todo lado. Wayan explicou como funciona cada casa familiar (acho que arruinei a pronúncia de “angkul-angkul”; ele riu). Começou a chover um pouco, mas ninguém se importou; as crianças continuaram brincando descalças nas poças. Entramos numa oficina onde um senhor esculpia madeira — as mãos dele se moviam tão rápido que me deu tontura.
O Terraço de Arroz de Tegalalang é daquelas paisagens que você só entende de verdade quando está lá. O verde é surreal. Conversamos com um fazendeiro que nos deixou experimentar carregar sua cesta (ele fazia parecer fácil; meu ombro ainda lembra). Almoçamos num warung com vista para os terraços — tempeh frito e café quente enquanto a chuva fina caía sobre os campos. Simples, mas perfeito. A última parada foi a Cachoeira Tegenungan; barulhenta e cheia de gente, mas de alguma forma tranquila se você encontrasse uma pedra sossegada para sentar um pouco. O spray da água foi ótimo depois de tanta caminhada.
No fim da tarde estávamos cansados, mas felizes, com os pés enlameados e a câmera cheia de fotos dos terraços que, sinceramente, não fazem justiça ao lugar. Se está pensando em fazer um passeio por Ubud com o Templo Tirta Empul, vá sem medo — mesmo que, como eu, não entre na água, tem algo nessa energia de devoção e verde que fica na memória.
A busca no hotel costuma ser entre 8h e 10h da manhã.
Sim, os ingressos estão inclusos no pacote do passeio.
Sim, os visitantes podem participar ou apenas observar; sarongues são fornecidos para entrar.
Não há almoço incluso, mas há paradas em warungs locais onde você pode comprar comida.
O passeio dura praticamente o dia todo, com várias paradas; o retorno é previsto para o fim da tarde ou início da noite.
O passeio é adequado para a maioria das pessoas, mas não é recomendado para quem tem lesões na coluna ou problemas cardíacos.
Sim, há Wi-Fi gratuito no carro privativo com ar-condicionado durante todo o trajeto.
Sim, o motorista também atua como guia falando inglês durante o passeio.
O seu dia inclui busca no hotel com carro privativo e ar-condicionado (com Wi-Fi), todas as entradas pagas se selecionadas na reserva, água mineral durante o trajeto, e um motorista-guia que fala inglês — além de seguro para sua tranquilidade até o retorno à noite.
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