Você vai navegar pelas baías de Halong e Lan Ha em águas calmas, remar sob falésias imponentes, provar pratos locais na vila Viet Hai e se sentir acolhido pela tripulação e moradores. Prepare-se para manhãs lentas com café no convés, momentos de paz em cavernas e vilas flutuantes, e muitas pausas para cuidar de você durante o caminho.
A primeira coisa que lembro é do sorriso do nosso guia, Minh, quando embarcamos no Bhaya Soul. Ele me entregou uma xícara de chá de gengibre (mais forte do que eu esperava) e apontou para as formações de calcário da Baía de Halong — “Aquela ali parece um dragão dormindo”, disse. O ar estava carregado de sal e um aroma doce, talvez das cestas de frutas. Partimos rumo à Baía de Lan Ha, e, sinceramente, não imaginei que ficaria tão silencioso depois que deixamos o porto principal para trás. Até o sinal do meu celular sumiu — provavelmente para melhor.
Fazer caiaque em Ho Ba Ham foi meu momento favorito. A água ali tem um verde surreal, quase como vidro, se você pegar antes do almoço, quando o sol ainda está suave. Meu remo esbarrava em pequenas folhas flutuantes (lótus? Nunca perguntei), e por um tempo só ouvi minha respiração e as risadas do Minh ecoando nas falésias. Depois, pedalamos pela vila Viet Hai, na ilha Cat Ba — as crianças acenavam das portas, e uma senhora mais velha tentou me ensinar a pronunciar “Bánh Cuốn” direito. Li riu quando tentei em mandarim — provavelmente estraguei, mas ela parecia feliz mesmo assim.
Não sou muito fã de spa, mas aquela massagem de 40 minutos a bordo foi como apertar o pause no tempo. À noite, pescamos lula sob um céu tão limpo que dava para ver o cinturão de Órion; não pesquei nada, mas o Minh me mostrou como fazia quando criança. Na manhã seguinte, começamos com uma meditação dentro da Caverna Tien Ong — pedra fresca sob os pés, ecos ao redor enquanto ficávamos em silêncio. O cheiro era levemente terroso, como pedra molhada pela chuva.
A Vila Flutuante Cua Van era mais tranquila do que eu imaginava — só o som suave dos remos e vozes que vinham das casas sobre palafitas. Pegamos um barco tradicional e passamos por portas coloridas e roupas balançando ao vento; um pescador acenou para a gente sem parar o trabalho. Tem algo em ver o cotidiano flutuando que fica na memória mais do que qualquer vista de cartão-postal.
Não há traslado do hotel; os passageiros embarcam diretamente no porto após o registro prévio.
O cruzeiro inclui caiaque em Lan Ha, passeio de bicicleta ou carrinho elétrico na vila Viet Hai, sessões de meditação, pesca de lula à noite, visitas à caverna Tien Ong e à vila flutuante Cua Van.
Sim, todas as refeições estão incluídas, além de bebidas não alcoólicas do minibar e seleções especiais de café e chá.
WiFi gratuito está disponível no deck da varanda, mas o sinal pode falhar devido à localização no mar.
Sim, crianças são bem-vindas; tarifas infantis valem quando compartilham cabine com dois adultos pagantes.
Cada passageiro recebe uma sessão de bem-estar de 40 minutos durante o cruzeiro.
Sim; é obrigatório o registro prévio com dados do passaporte para todos os passageiros, conforme regras da autoridade portuária.
O roteiro pode ser alterado e algumas atividades, como natação ou caiaque, podem ser canceladas dependendo do clima.
Sua viagem inclui todas as refeições a bordo (com bebidas não alcoólicas do minibar), passeios diários em terra como caiaque em Lan Ha e bike pela vila Viet Hai, sessão guiada de meditação na caverna Tien Ong, entradas para os locais visitados e um tratamento de bem-estar de 40 minutos por passageiro — é só relaxar na cabine que o resto fica por conta da equipe.
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