Você vai acordar em lugares diferentes a cada dia: fazendas de avestruz em Oudtshoorn, mercados animados em Knysna, florestas úmidas de Tsitsikamma e um lodge de safari de verdade onde os leões andam por perto. Com guias locais em cada passo, transfer do hotel e jantares reforçados, você vai sentir a Garden Route da África do Sul com todos os sentidos abertos.
A primeira coisa que lembro é da estrada — a Rota 62 se estendendo naquela escuridão de Cape Town, com faróis iluminando os vinhedos. Quando chegamos em Oudtshoorn, o sol já tinha transformado o Karoo em um dourado seco que eu nunca tinha visto. Nosso guia, Sipho, brincava que os avestruzes são “o verdadeiro engarrafamento do Karoo”. E ele não estava exagerando; eles realmente te encaram. As Cango Caves foram mais frescas do que eu esperava (literalmente — leve um casaco), com estalactites que pareciam velas derretidas. No jantar, bife de avestruz. Tentei não pensar muito enquanto mastigava — um pouco selvagem, mas gostoso.
No dia seguinte, cruzamos montanhas tão verdes que quase doíam nos olhos depois de tanto chão seco. Paramos no mirante ‘Mapa da África’ em Wilderness — nuvens chegando do mar, vento bagunçando meu cabelo. Knysna parecia um lugar onde as pessoas realmente vivem, não só visitam; crianças correndo à beira-mar, velhinhos vendendo biltong no mercado. Comprei um pacote e provavelmente comi metade antes de sairmos da cidade. À noite, em Storms River Village, só se ouvia sapos e risadas distantes de um bar na rua.
Não esperava gostar tanto de Tsitsikamma. A floresta tem cheiro de umidade e vida; dá para ouvir as ondas batendo nas pedras lá embaixo enquanto você atravessa aquela ponte suspensa sobre a foz do Storms River. Minhas pernas tremiam mais do que eu queria admitir. Na ponte Bloukrans, vimos alguém pular — 216 metros de queda livre — mas, sinceramente, minhas mãos suavam só de olhar para o abismo. Depois, no Garden Route Game Lodge, nosso ranger apontou rinocerontes pastando ao pôr do sol enquanto chacais uivavam perto. O ar tinha gosto de poeira e capim selvagem.
Na última manhã, fizemos mais um safari antes do café (ainda frio o suficiente para usar jaqueta). Vimos leões cochilando sob acácias e búfalos com pássaros empoleirados nas costas — quase parecia desenho animado se você ficasse olhando. No caminho de volta para Cape Town, paramos em Hermanus; sem baleias dessa vez (não era a temporada), mas só ficar ali olhando o mar já me fez sentir pequeno de um jeito bom. Às vezes a sorte vem no clima, na vida selvagem ou nas pessoas certas — essa viagem teve um pouco de tudo, mesmo com meus sapatos ainda enlameados.
O tour tem 4 dias e começa e termina em Cape Town.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel está incluído se selecionado na reserva.
Você pode ver rinocerontes, leões, búfalos, chitas, antílopes e outros durante os dois safaris.
O café da manhã está incluído dos dias 2 a 4; o jantar está incluído dos dias 1 a 3.
Sim, tem um tour guiado pelas Cango Caves no primeiro dia, após chegar em Oudtshoorn.
Você vai parar em Hermanus para observação de baleias em terra (temporada de junho a dezembro).
Sim, o transporte é feito em van com ar-condicionado e seu motorista/guia.
O tour é indicado para todos os níveis de preparo físico; assentos para bebês estão disponíveis se necessário.
Seu roteiro inclui transfer de ida e volta do hotel (se escolhido), transporte em van com ar-condicionado e guia local em todos os passeios — desde a entrada nas Cango Caves até as taxas do parque Tsitsikamma — além de dois safaris guiados no Garden Route Game Lodge, entrada na colônia de pinguins de Betty’s Bay, três noites de hospedagem ao longo do caminho, cafés da manhã e jantares reforçados com sabores locais (incluindo avestruz) e todas as atividades programadas antes do retorno a Cape Town no fim da tarde.
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