Você vai entrar em mosteiros antigos como Khor Virap, com o Monte Ararat ao fundo, subir as escadarias íngremes de Noravank depois de atravessar cânions, e flutuar sobre florestas no teleférico de Tatev antes de explorar seu mosteiro imponente. Um dia cheio de histórias, momentos de silêncio e detalhes inesperados que ficam na memória.
A primeira coisa que me chamou atenção foi o silêncio ao redor de Khor Virap. Nosso motorista acabara de nos deixar lá — ainda era cedo, quase ninguém por perto, só algumas mulheres acendendo velas dentro do mosteiro. O ar tinha um cheiro leve de terra misturado com algo doce que eu não conseguia identificar. Nosso guia, Arman, apontou para o Monte Ararat ao longe — parecia tão perto que dava vontade de tocar. Ele contou sobre São Gregório ter sido preso ali (tentei imaginar aquela escuridão sob meus pés), mas, pra ser sincero, eu ficava distraído com a luz da manhã batendo nas pedras. Ficamos mais tempo do que planejado; parecia que ninguém se importava.
A viagem até Noravank foi mais esburacada do que eu esperava — muitas curvas por um cânion estreito, com pedras empilhadas como livros antigos dos dois lados. Em um momento, paramos para Arman mostrar o tomilho selvagem crescendo à beira da estrada. Ele esmagou um pouco entre os dedos e me entregou; cheirei e me arrependi na hora de não ter trazido um pouco para casa. Noravank é cheio de linhas retas e escadarias desafiadoras — tem uma igreja de dois andares onde você sobe por degraus finos sem corrimão (meus joelhos não gostaram nada). Mas a vista lá de cima vale cada passo trêmulo. Uma família fazia um piquenique perto dali, passando pão e rindo do cachorro correndo atrás dos pássaros.
Quando chegamos em Halidzor para pegar o teleférico de Tatev, as nuvens começaram a chegar — deixou tudo ainda mais dramático, pra ser honesto. O teleférico “Asas de Tatev” desliza sobre um enorme desfiladeiro; dá para ver vilarejos pequeninos lá embaixo e florestas que parecem não ter fim. Os onze minutos de viagem parecem rápidos e lentos ao mesmo tempo quando você está suspenso assim (alguém na cabine soltou um suspiro quando passamos por cima de um rio). O Mosteiro de Tatev fica tranquilo no alto do penhasco, o vento puxando minha jaqueta enquanto Arman contava como os monges usavam túneis secretos ali durante invasões. Fiquei pensando em todos aqueles séculos guardados sob nossos pés.
Na volta, o caminho foi quase silencioso, só a música armênia tocando baixinho e alguém roncando suavemente no banco de trás (não vou dizer quem). Até hoje, dias depois, me pego lembrando das paredes de pedra e daquele cheiro de tomilho — são detalhes pequenos que ficam com a gente mais tempo do que a gente imagina.
O passeio privado inclui Khor Virap, Noravank e o Mosteiro de Tatev em um dia completo saindo de Yerevan.
Sim, o transporte de ida e volta dentro de Yerevan é gratuito e incluído.
As “Asas de Tatev” são o teleférico reversível mais longo do mundo, com 5,7 km de extensão.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; assentos infantis estão disponíveis se necessário.
Você pode escolher guia em inglês ou russo no momento da reserva.
Sim, paradas adicionais podem ser combinadas durante o passeio, basta avisar.
Água mineral está incluída para todos os passageiros durante todo o dia.
Você vai até o vilarejo de Halidzor e pega o teleférico Asas de Tatev direto para o mosteiro.
O passeio inclui transporte gratuito de ida e volta em qualquer ponto de Yerevan, veículo com ar-condicionado e motorista profissional (além de guia se desejar), água mineral para todos, seguro para passageiros e veículo, e flexibilidade para paradas extras caso algo chame sua atenção pelo caminho.
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