Você vai percorrer a lendária Road to Hana com um guia local que conta histórias a cada curva. Prove o banana bread fresquinho em Ke‘anae Village, nade sob cachoeiras na Puaʻa Kaʻa State Park, caminhe pelas praias de areia negra em Waianapanapa — e deixe a beleza selvagem da ilha te surpreender quando menos esperar.
A primeira coisa que lembro é o som — a porta da van se fechando e aquele silêncio pesado quando deixamos Lahaina para trás. Nosso guia, Kaleo, tinha um jeito de falar de Maui que fazia a Road to Hana parecer uma história que ele estava compartilhando com a gente. O ar foi ficando mais úmido enquanto dirigíamos; dava para sentir o cheiro da chuva antes dela chegar. Nem eram 8 da manhã e alguém já passava um pacote de chips havaianos para todo mundo. Tentei não exagerar, mas… não consegui.
A primeira parada foi no Hoʻokipa Beach Park — as ondas eram tão altas que a gente tinha que falar quase gritando para se entender. Já tinha surfista na água (Kaleo disse que os locais chamam aquelas ondas de “Jaws”, e depois de ver, faz todo sentido). Ele apontou uma tartaruga tomando sol perto das pedras, mas eu estava mais distraído com o verde intenso ao redor. A estrada em si é meio hipnótica — curvas fechadas e de repente você vê penhascos que despencam direto para o mar azul. Ou você se acostuma, ou simplesmente se entrega.
Ke‘anae Village parecia uma viagem no tempo. O banana bread da tia Sandy ainda estava quentinho quando compramos — doce na medida certa e quase mole demais para segurar. Comemos sentados num muro de pedra enquanto Kaleo contava sobre os campos de taro e histórias antigas da família. Ele riu quando tentei falar “Ke‘anae” direito (nem cheguei perto). O tempo mudava o tempo todo — sol por cinco minutos, depois uma chuva rápida que cheirava a folhas e sal.
No Puaʻa Kaʻa State Wayside Park foi quando finalmente descemos de verdade — a névoa da cachoeira molhando meus braços, água gelada para quem se aventurava a nadar (eu encarei, mas só por uns três segundos). O almoço foi simples: sanduíches caseiros num daqueles bancos de beira de estrada que balançam um pouco. Quando chegamos na praia de areia negra de Waianapanapa, meus sapatos estavam cheios de pedrinhas e eu já nem ligava para mais nada, só para o vento gostoso no rosto. Tem algo em ficar ali, com os pés na areia escura, que faz a gente ficar em silêncio por um instante — sabe como é?
A duração varia por causa das paradas e trânsito, mas geralmente é um dia inteiro, com saída cedo e retorno à noite.
Sim, o transporte de ida e volta está incluído para os principais hotéis em Maui.
Sim, há oportunidades para nadar no Puaʻa Kaʻa State Wayside Park e na praia de areia negra de Waianapanapa, dependendo do clima.
Inclui um sanduíche artesanal local (peru, presunto, vegetariano ou rosbife) e petiscos como chips havaianos.
Sim, banheiros estão disponíveis em paradas principais como o Kaumahina State Wayside Park e outros parques ao longo do caminho.
Leve dinheiro para compras ou gorjetas, roupa de banho se quiser nadar, protetor solar, calçado confortável e o celular para acompanhar as informações.
Sim, é para todas as idades; bebês podem ficar no colo de um adulto ou usar assentos especiais fornecidos mediante pedido.
Seu dia inclui transporte de ida e volta em Maui, água mineral durante todo o trajeto, entrada no Puaʻa Kaʻa State Park e na estrada Hana Highway, várias chances para nadar ou fazer trilhas conforme o clima, petiscos como chips havaianos e um sanduíche artesanal local no almoço — tudo isso em um veículo com ar-condicionado e histórias contadas pelo seu guia local antes de voltar para o hotel.


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