Você vai embarcar no ônibus fantasma de Nashville com um grupo pequeno enquanto o guia local conta histórias reais de crimes e lendas assustadoras, do Union Station Hotel até Printers Alley e além. Prepare-se para risadas misturadas com arrepios enquanto explora pontos históricos à noite — com opção de usar um leitor EMF para caçar fantasmas, se estiver curioso.
Confesso que fiquei um pouco nervoso ao entrar naquele ônibus preto estacionado em frente ao The Green Light Bar. Tinha uma energia estranha no ar, como se todo mundo estivesse prestes a revelar um segredo. Nosso guia, Marcus, tinha um jeito de fazer a gente se sentir parte de uma velha piada da cidade. Ele me entregou um leitor EMF (ainda não sei se esses aparelhos funcionam mesmo) e sorriu: “Você vai querer isso mais tarde.” Eu só ri, mas guardei o aparelho comigo.
A primeira parada foi no Union Station Hotel. O lugar parece chique por fora — cheio de arcos e pedra — mas o Marcus começou a contar sobre soldados que nunca voltaram pra casa e um gangster que desapareceu pelos corredores. Eu sentia cheiro de madeira antiga misturado com um perfume floral vindo do saguão, que se espalhava pela rua. Alguém perguntou se íamos ver algo; Marcus deu de ombros e falou, “Depende do quanto você acredita.” Gostei que ele não forçava o clima de terror — só contava as histórias na boa.
Printers Alley tinha um clima diferente à noite. Luzes baixas, música ecoando de longe e um silêncio estranho entre os prédios. Escutamos sobre Skull Schulman (o tal “prefeito” do beco) e o fantasma de um tipógrafo que, dizem, ainda anda por ali com roupas antigas. Tentei imaginar ele se esgueirando entre a galera dos bares — até engraçado, pra falar a verdade. As histórias de assassinato mexeram mais comigo do que qualquer coisa de fantasma. Teve uma sobre um cara que achava que lagartos humanos estavam atrás dele... Li riu quando tentei falar o nome dele em mandarim — provavelmente detonei a pronúncia.
O Capitólio do Tennessee apareceu iluminado contra o céu. Marcus mostrou onde o arquiteto está enterrado dentro do próprio prédio (isso é dedicação). Ele falou sobre túneis da Guerra Civil sob nossos pés; por um instante achei que ouvi passos atrás da gente, mas talvez fosse só nervosismo ou alguém do grupo ficando pra trás. A cidade parecia mais silenciosa, como se tivéssemos entrado nos bastidores dela por algumas horas.
Não paro de pensar no chão de mármore do Hermitage Hotel, que parecia gelado mesmo com os sapatos. Tem algo estranho em ouvir histórias de políticos e contrabandistas escondendo segredos sob todo aquele vidro e detalhes dourados. Quando finalmente voltamos ao ponto inicial, ninguém queria descer primeiro — todo mundo ficou batendo papo com o Marcus sobre qual história tinha sido a mais assustadora. Não era o que eu esperava de um tour de fantasmas em Nashville; de algum jeito, parecia mais real do que qualquer série de TV ou festa de Halloween.
O tour é recomendado para maiores de 13 anos por conter temas maduros como assassinato e crimes reais; menores de 18 devem estar acompanhados por um adulto.
Não, o ponto de encontro é no The Green Light Bar para o check-in antes de embarcar no ônibus.
A duração exata não é especificada, mas espere várias paradas pelo centro de Nashville com muitas histórias pelo caminho.
Você pode levar sua própria bebida (BYOB) ou aproveitar os coquetéis dos bares parceiros antes da saída.
Você vai conhecer o Union Station Hotel, Printers Alley, Capitólio do Tennessee, Hermitage Hotel, local do Noelle Hotel e o Cemitério da Cidade, entre outros.
O transporte é feito em ônibus de luxo com assentos confortáveis; pode haver pequenas caminhadas em algumas paradas, mas nada longo.
Sim, leitores EMF estão disponíveis para aluguel ou compra para quem quiser tentar detectar fantasmas.
O tour acontece faça chuva ou faça sol; apenas condições climáticas severas podem causar reagendamento.
Sua noite inclui transporte em um ônibus de luxo para caça a fantasmas com assentos limitados para um clima mais íntimo; histórias guiadas por um especialista local; acesso a paradas exclusivas que não fazem parte dos tours comuns; opção de levar sua própria bebida ou aproveitar coquetéis em bares parceiros antes da saída; além do aluguel ou compra do seu leitor EMF, se estiver disposto — tudo começando com o check-in no The Green Light Bar, no centro.
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