Você vai descer ao centro de Budapeste para uma viagem imersiva pela história da cidade—tocando hologramas, ouvindo vozes locais e explorando com tecnologia VR. Com entrada inclusa e áudio em vários idiomas, vai se envolver em histórias escondidas que parecem muito pessoais quando você volta para a rua Király.
“Você nunca viu Budapeste assim,” disse nosso guia enquanto entrávamos pelo pátio sombreado do Twentysix, na rua Király. Eu não esperava acabar num porão cheio de névoa e ecos de antigas canções húngaras, mas foi exatamente onde chegamos—logo abaixo do restaurante, com os sapatos rangendo no chão de pedra. O ar tinha um cheiro levemente metálico, como a chuva prestes a cair. Éramos poucos, meus fones já quase caindo, e todo mundo parecia um pouco nervoso, mas curioso.
A exposição Time Machine Budapest não é o que eu imaginava de um museu. É como passear pelas memórias de outra pessoa—às vezes barulhento, outras vezes assustadoramente silencioso. Em certo momento, estendi a mão para tocar o que parecia um antigo poste de luz, e ele se transformou num holograma (dei um pulo; a criança ao meu lado riu). Nosso guia local alternava entre inglês e húngaro tão naturalmente que mal percebi, apontando detalhes minúsculos nas projeções—como o fato de que Budapeste nem sempre foi “Budapeste”, mas sim três cidades unidas pela esperança e pela política. A parte de VR me deixou meio tonto, mas de um jeito bom; de repente você está nas ruas do século 19 ou ouvindo sussurros de revoluções que só lembra de leve da escola.
Até hoje lembro dos atores de voz—eles fizeram as histórias parecerem tão próximas. Teve uma sobre um padeiro na guerra que ficou comigo por algum motivo. Talvez porque parecia algo simples e corajoso ao mesmo tempo? Tudo durou cerca de 100 minutos, mas o tempo lá embaixo parecia estranho—sem janelas, só luzes que mudavam e rostos iluminados de azul pelas telas. Você sai piscando para a luz do dia, de volta à movimentada rua Király, meio sem saber que ano é por um instante.
Fica no porão do restaurante Twentysix, na rua Király, 26, no centro de Budapeste.
A experiência dura cerca de 100 minutos.
Sim, é recomendado para adultos e famílias com crianças a partir de 8 anos.
A exposição oferece áudio em inglês, alemão, espanhol, francês e húngaro.
Sim—todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeiras de rodas.
Você verá realidade virtual (VR), projeções holográficas, telas de névoa e holopirâmides.
Você pode comprar o ingresso online com antecedência ou na bilheteria, se houver disponibilidade.
A experiência traz peças de áudio originais com atores profissionais; guias podem estar presentes para contextualizar.
Seu ingresso garante a entrada na Time Machine Budapest, no porão do restaurante Twentysix na rua Király. A experiência inclui segmentos imersivos em VR, projeções holográficas com peças de áudio originais em vários idiomas, e todas as áreas são totalmente acessíveis para cadeirantes durante sua visita.
Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?