Você vai andar pelas ruas medievais de Cortona, provar comida fresca da fazenda sob o sol da Toscana, degustar vinhos nas adegas antigas de Montepulciano e terminar o dia explorando as praças iluminadas de Siena — tudo com histórias do seu guia local e tempo para simplesmente aproveitar.
Mal havíamos deixado Florença quando nosso guia, Marco, começou a contar histórias sobre as colinas pela janela da van — ele até apontou uma fileira de ciprestes que parecia saída de um cartão-postal (ou talvez de um filme, eu acho). A primeira parada foi Cortona. As ruas de pedra antigas realmente sobem e se enroscam como em “Sob o Sol da Toscana” — me perdi duas vezes e acabei comprando um potinho de mel de uma senhora que sorriu, mas não falou muito. O ar tinha cheiro de café e algo doce assando. Tentei dizer “grazie” com o sotaque certo; ela riu mesmo assim.
Depois de Cortona, chegamos a uma fazenda onde porcos Cinta Senese farejavam sob oliveiras. Não sou muito fã de tours em fazendas, mas, sinceramente — bruschetta fresquinha com tomates ainda quentes do sol? Isso eu ainda lembro com carinho. Almoçamos ao ar livre, provando o vinho deles (mais forte do que eu esperava) enquanto Marco explicava como essas colinas aparecem em filmes como “O Paciente Inglês”. Teve um momento de silêncio em que todo mundo só ficou olhando a paisagem em vez de falar. Foi muito bom.
Depois veio Montepulciano — uma cidade murada que de longe parece até perfeita demais. Tivemos tempo para passear antes de nos encontrarmos numa adega subterrânea para uma degustação de vinho de verdade (o Nobile di Montepulciano é mesmo tão terroso quanto dizem). Alguém do grupo tentou achar o lugar das filmagens de “Crepúsculo”, mas eu estava mais interessado nas amostras de queijo. O trajeto pelo Val d’Orcia depois foi só campos dourados e aquelas árvores fininhas que aparecem em cartões-postais — em certo momento parei de tirar fotos porque era melhor só apreciar.
Siena foi nossa última parada. Minhas pernas já estavam cansadas, mas entrar na Piazza del Campo enquanto o sol se punha atrás dos telhados fez eu esquecer disso por um instante. Marco nos guiou por vielas cheias de conversas e varais antes de nos liberar por uma hora — tempo suficiente para um espresso e observar as pessoas perto do Palazzo Pubblico. A volta para Florença foi silenciosa, só alguém cantando baixinho uma música italiana antiga perto da janela.
O tour começa às 8h na Porta Romana em Florença e volta por volta das 20h — cerca de 12 horas no total, incluindo o deslocamento entre as cidades.
Sim, há um almoço na fazenda com produtos locais como embutidos, bruschetta feita com ingredientes da horta e o vinho da própria fazenda.
Sim, você vai provar vinhos gratuitamente tanto numa fazenda local quanto numa adega subterrânea em Montepulciano.
Você terá tempo para explorar Cortona, Montepulciano e Siena por conta própria durante as paradas — geralmente cerca de uma hora ou mais em cada lugar.
Sim, você vai passar pelo Val d’Orcia depois de Montepulciano, com tempo para curtir as paisagens icônicas dentro da van.
O ponto de encontro é a Porta Romana, no centro de Florença, às 7h45 para saída às 8h.
Não, o encontro com o guia é na Porta Romana em Florença.
Um minivan confortável com oito lugares é usado para o transporte entre as cidades.
Esse tour não é recomendado para gestantes, pessoas com problemas cardiovasculares ou dificuldades para caminhar; é preciso preparo moderado por causa das cidades com muitas subidas.
Seu dia inclui transporte em minivan confortável de oito lugares saindo da Porta Romana em Florença, histórias guiadas durante o trajeto, paradas em Cortona, Montepulciano (com entrada numa adega do século XIV para degustação gratuita de vinhos e queijos), almoço numa fazenda local com produtos e vinhos próprios entre oliveiras, tempo livre para explorar o centro medieval de Siena e sua praça principal antes do retorno a Florença ao anoitecer.
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