Você vai flutuar na Banheira da Josefina com um ti-punch caseiro, caminhar entre iguanas selvagens nas ruínas do Îlet Chancel e rir com o seu capitão local enquanto saboreia bolinhos de bacalhau. Nade em águas turquesa e observe aves marinhas voando alto — tudo isso antes do almoço, com o calor gostoso que fica mesmo depois de voltar para a terra firme.
O primeiro gosto do sal chegou aos meus lábios antes mesmo de perceber que já havíamos deixado o cais em Le François. Nosso capitão — que todo mundo chamava de Manu — sorria enquanto navegava entre manguezais tão verdes que pareciam até de mentira. Éramos só dez, contando uma garotinha que passou metade do passeio apontando para os pássaros e perguntando se eles também sabiam nadar. O ar trazia um leve cheiro de cana-de-açúcar e protetor solar. Eu já tinha lido sobre esse lugar chamado “banheira”, mas não esperava ficar com a água até a cintura, quentinha, a quilômetros da costa, com um ti-punch na mão. Manu distribuiu bolinhos de bacalhau enquanto contava a história de que a Imperatriz Josefina teria tomado banho ali. Não sei se é verdade, mas a ideia de realeza flutuando por aqui me fez rir.
Depois seguimos para o Îlet Madame — só um banco de areia com água tão cristalina que dava para ver cada ondulação no fundo. Tentei (e falhei) dizer “merci” no jeitinho local quando Manu serviu mais um gole. O sol já estava alto, mas uma brisa suave deixava tudo confortável, até para quem, como eu, costuma derreter no calor tropical. Alguém avistou uma iguana no Îlet Chancel e, de repente, o grupo ficou em silêncio, observando o réptil se mover devagar entre ruínas antigas. Foi estranho ver história e natureza se encontrando assim — uma antiga casa de açúcar desmoronando ao lado desses lagartos que só seguiam seu caminho.
Não sei se foi o ti-punch ou o fato de estar ali com estranhos que já pareciam amigos ao meio-dia, mas o tempo passou voando. Passamos pelo Îlet Boisseau, onde Manu apontou fragatas voando em círculos — ele explicou que não podíamos desembarcar por causa dos ninhos das aves, o que fez todo sentido quando vimos quantas estavam no céu. O barco balançava suavemente enquanto voltávamos para Le François; deixei a mão deslizar na água por um minuto a mais do que devia. Ainda lembro dessa sensação — ombros queimados de sol, sal secando na pele, e um silêncio gostoso entre todos.
O passeio dura cerca de quatro horas — das 9h até por volta das 13h.
Você recebe petiscos locais (bolinhos de bacalhau), ti-punch caseiro ou refrigerantes, mas não um almoço completo.
O grupo é limitado a 12 passageiros para garantir uma experiência mais íntima.
Sim — o passeio para no Îlet Chancel, onde é possível avistar iguanas endêmicas entre ruínas históricas.
Sim — há tempo para nadar na Banheira da Josefina e perto do banco de areia do Îlet Madame.
Sim — ti-punch caseiro, refrigerantes e água mineral estão incluídos durante o passeio.
Não, o ponto de encontro é no cais em Le François, sem transporte incluso.
Sim — bebês devem ficar no colo de um adulto; assentos especiais para bebês estão disponíveis se necessário.
Sua manhã inclui um capitão simpático que guia você entre as ilhas saindo de Le François, com todas as bebidas (ti-punch local ou opções sem álcool), água mineral e bolinhos de bacalhau fresquinhos servidos a bordo enquanto você nada ou relaxa na Banheira da Josefina e outras paradas antes do retorno no início da tarde.
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