Você vai sair de Queenstown passando por vales e florestas antigas até Milford Sound em um veículo para grupos pequenos — com paradas para café em Te Anau, caminhadas no Vale Eglinton e Mirror Lakes, além de um cruzeiro pela natureza com almoço a bordo do Milford Haven. Prepare-se para risadas com o guia, encontros com a vida selvagem e momentos para simplesmente respirar essas paisagens selvagens da Nova Zelândia.
Saímos de Queenstown antes do sol nascer — ainda meio sonolentos, mas o ônibus estava quentinho e os assentos, sinceramente, mais confortáveis que meu sofá em casa. Nosso guia, Jamie (que cresceu em Te Anau), tinha aquele humor seco típico dos neozelandeses que pega você de surpresa. Ele apontou como as montanhas pareciam arranhadas por gigantes. Lembro da primeira parada de verdade em Te Anau: névoa subindo do lago, café quente nas mãos, alguns moradores passeando com seus cachorros à beira da água. O ar tinha um frescor que não se encontra em nenhum lugar da minha cidade.
O Vale Eglinton simplesmente se abre do nada. É uma imensidão de gramados dourados e mato verde escuro, e todo mundo desceu para esticar as pernas. Tentei tirar uma foto, mas nunca captura aquela sensação — o vento gelado puxando a jaqueta e o som distante de ovelhas. Nos Mirror Lakes, Jamie pediu para agacharmos para ver “o reflexo de verdade”. Quase escorreguei na passarela (nem foi meu momento mais elegante), mas valeu a pena — as montanhas refletidas na água parada, tão nítidas que dava vontade de tocar.
Atravessar o Homer Tunnel foi como entrar em outro mundo — paredes de pedra molhada pingando, silêncio só quebrado pelas nossas vozes ecoando. Do outro lado: penhascos verticais e cachoeiras por todos os lados, caindo como se alguém tivesse deixado a torneira aberta lá no alto das nuvens. Encontramos alguns papagaios kea no Monkey Creek — um deles tentou roubar o embrulho do lanche de alguém (Jamie apelidou ele de “o encrenqueiro local”). O cheiro era selvagem — pedra fria, musgo e algo doce vindo das plantas alpinas.
Não esperava que Milford Sound fosse tão silencioso — mesmo com todo mundo no convés do barco. O barco deslizou perto de focas esticadas nas pedras; as cachoeiras nos molhavam se você chegasse perto demais (eu cheguei). O almoço foi simples, mas gostoso — sopa quente enquanto a chuva batia nas janelas. Fiquei pensando como éramos pequenos entre aqueles paredões. Na volta, a maioria dormiu, mas eu fiquei olhando a chuva riscando o vidro, quase querendo que o passeio pudesse se repetir no dia seguinte.
O passeio é o dia inteiro, incluindo o tempo de viagem; espere cerca de 13 horas ida e volta saindo de Queenstown.
Você pode adicionar um almoço quente ou frio a bordo durante o cruzeiro de duas horas no Milford Haven.
Sim, há paradas regulares para banheiro, incluindo em Te Anau e no acampamento Knobs Flat.
Você vai viajar em um veículo moderno para grupos pequenos, com assentos de couro, espaço extra para as pernas, ar-condicionado, portas USB para carregar e espaço para bagagem pequena.
Sim, você pode avistar papagaios kea no Monkey Creek e focas durante o cruzeiro em Milford Sound.
Sim, o tour inclui busca em locais centrais de Queenstown; confira os detalhes na confirmação após a reserva.
O cruzeiro pela natureza dura cerca de duas horas a bordo do Milford Haven, com assentos reservados para seu grupo.
O roteiro é acessível para todos os níveis de preparo físico; as caminhadas são curtas e opcionais, e bebês podem ir em carrinhos ou carrinhos de bebê.
Seu dia inclui busca em Queenstown em veículo confortável para grupos pequenos (com ar-condicionado e USB), água gelada ilimitada em garrafas reutilizáveis para você levar, lanches matinais, todas as taxas e entradas pagas — além de mesa reservada no cruzeiro de duas horas em Milford Sound, onde você pode pedir almoço enquanto observa as cachoeiras passando antes de voltar pelos vales selvagens rumo à cidade.
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