Você vai pedalar por estradas tranquilas ao sul de Chiang Mai em uma e-bike com pneus largos, passando por campos de arroz e parando em templos na floresta como Wat Umong e Wat Ton Kwen. Espere subidas leves (a bike faz a maior parte do esforço), guias locais simpáticos que contam histórias pelo caminho, transporte do hotel e um almoço simples antes de voltar para a cidade. O foco é mais no que você percebe durante o passeio do que na velocidade.
Já se perguntou se dá para curtir um pedal no calor da Tailândia? Eu também tinha essa dúvida — até fazer esse passeio de meio dia de e-bike de Chiang Mai até Nam Phrae. Me buscaram no hotel (uma mão na roda, porque não sou muito de manhã), e quando chegamos no escritório deles, ao sul da cidade, o sol já estava esquentando. As bikes pareciam meio robustas, mas, na real, quando você começa a pedalar, é só um zumbido suave e as subidas quase nem aparecem. O guia Somchai sorriu quando me viu olhando para o capacete — “relaxa, só macaco cai,” brincou. Não sei se é verdade, mas me fez rir.
A primeira parte do trajeto foi por estradinhas asfaltadas e sinuosas, com campos de arroz verdinhos dos dois lados — tão vibrantes que minha câmera quase não aguentou. Passamos por uma vila pequena, e uma senhora acenou da varanda. O cheiro de frango assado vinha de algum lugar (já comecei a pensar no almoço). Paramos no Wat Umong na metade do caminho — Somchai contou que os monges ainda caminham pelos túneis em silêncio toda manhã. O lugar parecia mais fresco, talvez por causa das árvores ou por estar longe do trânsito. Tentei falar “Wat Phrathat Doi Tham” igual a ele; ele riu e disse que eu parecia o sobrinho dele aprendendo tailandês.
Depois vieram as colinas suaves — nada pesado graças à ajuda da e-bike — e trechos silenciosos onde só se ouvia o som das rodas e os passarinhos discutindo no bambuzal. Passamos pelo Royal Flora Gardens (não paramos, mas dava para ver as cores vibrantes através da cerca) e, por fim, chegamos ao Wat Ton Kwen. As vigas de madeira lá dentro são escuras de tão antigas; Somchai mostrou entalhes que eu jamais teria notado sozinho. Minhas pernas já estavam cansadas, mas sem dor — o que me surpreendeu. Eu estava preocupado em conseguir acompanhar, mas sério, qualquer um acima de 1,50 m consegue fazer esse passeio.
O almoço na base deles depois do pedal teve um sabor especial — arroz, legumes refogados e um prato apimentado que até hoje não sei o nome. Sentado ali, com o suor secando nos braços e trocando histórias com outros ciclistas... é engraçado como estranhos viram amigos depois de algumas horas em duas rodas. Ainda lembro daquele pedaço de sombra sob as árvores do templo, sabe?
O passeio cobre de 35 a 40 km de e-bike por áreas com colinas perto de Chiang Mai.
Sim, o traslado gratuito do seu hotel em Chiang Mai até o escritório em Nam Phrae está incluso.
Se o passeio for pela manhã, inclui almoço e água; no período da tarde, oferecem lanches, frutas e água.
É necessário ter mais de 1,50 m para usar as bikes confortavelmente; entre em contato se crianças quiserem participar.
As principais paradas são Wat Umong (templo na floresta) e Wat Ton Kwen; outros templos menores podem ser incluídos conforme o interesse do grupo.
Não há limite rígido de idade; pessoas com mais de 80 anos já participaram, desde que atendam à altura mínima.
O percurso é principalmente por estradas asfaltadas com subidas suaves; as e-bikes com pneus largos facilitam para quem tem condicionamento moderado.
O dia inclui transporte do hotel até Nam Phrae e retorno, uso de e-bike com pneus largos, capacete e luvas, todas as entradas no trajeto, seguro durante o passeio, água engarrafada (e almoço se escolher o passeio da manhã), além do acompanhamento de um guia local que fala inglês e conhece cada curva dessas estradas com colinas antes de levar você de volta a Chiang Mai.
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