Você vai andar em jeeps abertos pela cidade antiga de Alanya e subidas arborizadas, tirar fotos na Torre Vermelha e na placa “I Love Alanya”, nadar no Rio Oba, explorar um bazar e mesquita da vila, e almoçar perto das cachoeiras. O ritmo é animado, mas sem pressa — aventura e momentos de paz ficam com você depois.
“Cuidado para não engolir poeira!” brincou nosso motorista enquanto subíamos o primeiro morro saindo de Alanya. Eu não esperava como a cidade logo dava lugar às antigas muralhas de pedra e àquela brisa salgada do mar. Paramos em Tophane — com a Torre Vermelha imponente acima de nós, o sol deixando os tijolos quase cor de rosa. No ar, um cheiro leve de milho assado vindo de um vendedor, misturado com um aroma forte vindo do porto. Nosso guia, Emre, apontou para o estaleiro e contou como os piratas costumavam se esconder ali — ele riu quando tentei falar “tersane” em turco (com certeza errei feio). Ficamos uns quinze minutos, mas parecia que tínhamos voltado séculos no tempo.
Depois fomos para a placa “I Love Alanya” — confesso que achei que seria brega, mas ali, todo mundo sorrindo para as fotos, foi divertido. A vista da cidade é incrível; dá para ver até a Praia de Cleópatra, se você olhar além da névoa. Em seguida, deixamos o asfalto para trás e começamos a subir por estradas entre pinheiros. O ar mudou — ficou mais fresco, com cheiro doce de resina e o barulho dos pássaros no alto. Quando chegamos ao Rio Oba para um banho, minha camisa já estava grudando de poeira e calor, então mergulhar naquela água gelada foi um alívio total. Alguns locais pescavam por perto e acenaram; um deles até nos ofereceu fatias de melancia direto da caixa térmica.
Secamos rápido ao sol antes de seguir para uma pequena vila escondida entre oliveiras. O bazar tinha um burburinho baixo — mulheres vendendo mel e pão sírio, crianças correndo com as mãos pegajosas. Dentro de uma casa da vila, um senhor serviu um chá forte sem dizer muito (mas os olhos dele sorriram). Gostei que ninguém tinha pressa; a gente só passeava entre as barracas ou sentava sob figueiras, vendo a vida simples passar. É engraçado como você esquece do celular ali.
O almoço foi em outro ponto à beira do Rio Oba — estilo buffet livre, com peixe ou frango (eu escolhi peixe), saladas e pães espalhados em mesas longas sob toldos. Perto dali tem uma cachoeira pequena onde alguns voltaram a nadar depois de comer; eu fiquei numa pedra com os pés na água, pensando em como aquele dia era diferente de tudo que já vivi na Turquia. Na volta para Alanya, por volta das 16h, Emre ainda contou um pouco mais da história local, mas minha mente já estava longe, naquele rio.
Sim, o transporte do hotel está incluído para todos os participantes do safari de jeep.
O passeio começa por volta das 10h e termina aproximadamente às 16h.
Sim, há paradas para banho no Rio Oba durante o tour.
O almoço oferece peixe ou frango, além de um buffet livre com outras opções.
Bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos.
Sim, há uma parada em uma vila local com visita a uma casa, bazar e mesquita.
Não é recomendado para quem tem problemas na coluna ou condições cardíacas graves.
Sim, um guia local acompanha o grupo durante todo o passeio.
Seu dia inclui transporte do hotel em Alanya pela manhã em jeep, todos os transfers entre os pontos como Torre Vermelha e local de banho no Rio Oba, acompanhamento de um guia local em cada parada (incluindo casa e bazar da vila), além de almoço buffet livre — peixe ou frango — servido à beira do rio antes do retorno no fim da tarde.
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