Você vai navegar pela rede de ilhas de calcário da Baía de Lan Ha com um guia local, fazer caiaque em cantinhos tranquilos perto da Gruta Tai Keo, pedalar até a Vila Viet Hai para uma massagem de peixinhos nos pés e terminar o dia nadando na Ilha dos Macacos ou tomando um chá enquanto o pôr do sol colore o céu. É uma mistura perfeita de aventura e momentos para guardar na memória.
A primeira coisa que lembro é o som suave do barco saindo do Porto Cai Beo — o ar da manhã ainda fresquinho, tudo tingido daquele azul suave antes do sol despertar de vez. Nosso guia, Minh, distribuiu os bilhetes com um sorriso e apontou para a vila de pescadores flutuante que passava devagar. Tinha um cheiro meio salgado, mas nada forte, como corda molhada e talvez um toque de diesel de outro barco perto. Alguém tocava no rádio umas músicas pop antigas em vietnamita. Era uma paz estranha, só flutuar entre as casas sobre palafitas e ver um pescador acenando da sua pequena canoa de madeira.
A Baía de Lan Ha é selvagem de um jeito que fotos não conseguem mostrar — aquelas ilhas de calcário surgem por toda parte, com bordas irregulares e um verde agarrado em lugares impossíveis. Minh nos contou sobre o Arquipélago Dau Be (que eu nem conhecia), e fizemos caiaque perto da Gruta Tai Keo, onde o silêncio era tanto que dava para ouvir a água pingando da pá. Em um momento, parei de remar só para ver a luz do sol dançando na água — juro que esqueci de tirar foto. Depois nadamos do lado do barco; a água estava fresca, mas nada gelada, e alguém tentou um salto que mal fez splash. Ri mais do que devia.
O almoço foi uma seleção de pratos locais — arroz, peixe com capim-limão, um tipo de rolinho crocante que sumiu rapidinho. Minh disse que tudo veio dos mercados de Cat Ba naquela manhã. Depois de comer demais (sem arrependimentos), pedalamos pela Vila Viet Hai — uns 20 minutos passando por campos de arroz onde búfalos d’água nos encaravam como se fôssemos os estranhos. Lá tem uma coisa curiosa: peixinhos que fazem massagem nos pés, mordiscando os dedos se você deixar. É engraçado e meio coceguinha — não parei de rir, e uma senhora perto também acabou rindo junto.
Terminamos na Ilha dos Macacos quando a luz do fim do dia começou a dourar tudo. O barco parou um pouco afastado para podermos nadar de novo ou só ficar relaxando com chá e frutas enquanto os macacos faziam suas travessuras nas pedras (um deles até roubou o chapéu de alguém — nunca mais voltou). Fiquei observando o sol se pôr atrás daqueles penhascos de calcário e, sinceramente, me senti com muita sorte de estar ali. Até hoje consigo lembrar da calma no caminho de volta — só o vento e o ronco baixo do motor enquanto as luzes da cidade de Cat Ba iam acendendo ao longe.
O passeio dura o dia todo, das 8h até cerca das 17h, incluindo os traslados.
Sim, o traslado está incluso para hotéis no centro de Cat Ba ou você pode se encontrar no Porto Cai Beo.
Você pode nadar perto da Ilha dos Macacos ou relaxar no barco com chá e frutas enquanto observa os macacos.
Não precisa ter experiência; o equipamento é fornecido e os guias ajudam os iniciantes.
Sim, um almoço vietnamita com ingredientes frescos locais é servido a bordo após as atividades da manhã.
Sim, opções vegetarianas, veganas, sem glúten e outras podem ser atendidas se avisadas no momento da reserva.
Você pedala cerca de 20 minutos do píer até a Vila Viet Hai por estradas tranquilas que passam por campos de arroz.
Sim, todas as taxas e impostos estão inclusos no preço do passeio de dia inteiro.
Seu dia inclui traslado do hotel no centro de Cat Ba (ou encontro no Porto Cai Beo), todas as taxas e entradas pagas antecipadamente, equipamento de caiaque — até lanternas se precisar — e um almoço vietnamita feito com ingredientes frescos locais. Você terá um guia licenciado que fala inglês ou vietnamita durante todo o passeio, com retorno de van à noite.
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